Émile Durkheim além de ser considerado um dos fundadores da sociologia moderna, é considerado o pai da sociologia da educação. A educação é uma socialização da jovem geração pela geração adulta e, a construção do ser social – feita em boa parte pela educação – é a absorção do indivíduo de uma série normas e princípios (morais, religiosos, éticos, comportamentais, etc.) que determinam o comportamento do individuo na sociedade, segundo ele. Tinha como máxima que os “fatos sociais devem ser tratados como coisa”.
Durkheim acreditava que a palavra educação era empregada em um sentido muito amplo e, por isso, tinha sua própria definição do termo; cria que era preciso considerar os sistemas educacionais da atualidade e compará-los aos mais antigos e apontar o que era comum entre eles. Para ele não havia uma educação ideal: em uma sociedade poderiam existir vários tipos, de acordo com a classe social, religião, região, mercado de trabalho, etc. E cada sistema social define o seu tipo de educação para formar o “homem ideal”.
A educação, segundo o sociólogo, era considerada um fato social pelo qual o individuo era coagido a fim de integrar-se ao sistema social da sociedade em que vive e seus conteúdos são independentes da vontade do indivíduo. O indivíduo só pode agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende e não poderá sabê-la sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada.
Durkheim acreditava que a educação tinha como objetivo promover na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto e seu caráter social é a formação do ser social em cada um de nós. A ação educativa formaria seres que tomariam parte no espaço público de suas sociedades e não restringido apenas o seu desenvolvimento individual.
O sociólogo francês pensava que a ação do Estado sobre a educação não deve ser restrita, pois ela tem a função social de adaptar a criança ao meio social. Isso não significa que deveria haver um monopólio da educação por parte do Estado, mas que o mesmo devia fiscalizá-lo quanto à comunhão de idéias e sentimentos que contribuem na organização da sociedade.
Para Durkheim, o educador deveria passar seu conhecimento cuidadosamente afim de não tirar a liberdade de pensamento dos jovens. As crianças trazem consigo somente a natureza do indivíduo ficando vulneráveis a imitar seus educadores. O professor tem naturalmente reconhecida a autoridade necessária para influenciar o aluno devido à superioridade de conhecimento acadêmico e empírico, os quais proporcionam eficiência no seu trabalho.
O legado que o educador transmite a seus alunos está diretamente ligado ao resultado de seu futuro como ser social, ou seja, como cidadão. O professor precisa acreditar no valor que tem o seu ministério: ele não está somente capacitando para o futuro profissional, mas, principalmente, para a formação deste ser social que agirá segundo a moral que rege a sociedade que vive. Cada sociedade tem um ideal para sua educação e o sei sucesso está intrínseco ao trabalho exercido pelos educadores, sejam eles pais ou mestres.

Referência:  Resenha/ Émile Durkheim: shvoong

Clássicos da Sociologia: Emile Durkheim



Referência/vídeo: Enviado por univesptv
Obra: Émile Durkheim – Biografia
Autor: Jean-Claude Filloux
Foto: celebbest.com
Para ver a obra completa da sua Biografia:
Acesse o PDF: Émile Durkheim
Referência: MEC – Ministério da Educação  – Domínio Público -  Jean-Claude Filloux
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“Com tudo o que adquirires, adquire compreensão”

“Sabedoria é a coisa principal. Adquire sabedoria e com tudo o que adquirires, adquire compreensão.” — Pro. 4:7.

ATUALMENTE, vivemos num século que presenciou virtualmente uma explosão de conhecimento. Em todos os campos da ciência e do saber, acumulam-se informações numa velocidade espantosa. Devido às pesquisas nos laboratórios, à exploração em terra, no fundo do mar, longe lá fora no espaço, os novos dados entram mais rapidamente do que os homens podem processar e avaliar.

Somos informados pela Bíblia: “Sabedoria é a coisa principal. Adquire sabedoria; e com tudo o que adquirires, adquire compreensão.” (Pro. 4:7) São estas palavras cumpridas pela pesquisa que acabamos de descrever? Resultou na sabedoria que devemos buscar, como a “coisa principal”? Pois bem, solucionou os grandes problemas da terra? Resultou para o povo numa vida mais sadia, mais feliz, mais segura, pacífica e produtiva? Ajudou ao homem a se dar melhor com o seu próximo? Sabe a resposta a isso. Hoje em dia, vivemos num mundo doentio e confuso, em tempos de frustração sem precedentes, em dias em que a própria existência do homem e de todas as criaturas neste planeta está sendo seriamente ameaçada. Paradoxalmente, porém, grande parte da pesquisa moderna do homem tem contribuído para este mesmo estado de coisas. — Ecl. 8:17; Jó 28:4-21; Tia. 3:13-18.

Ao passo que a maioria permite que a sua atenção e seu tempo sejam ocupados pelo conhecimento oferecido pelos sistemas deste mundo, um número cada vez maior de pessoas recorre a outra coisa. Sentem agora a necessidade definida e urgente de obter compreensão clara da Bíblia. Querem obter conhecimento sólido e fidedigno, em que possam basear suas convicções e esperanças. Procuram um guia para ajudá-las a solucionar os problemas cotidianos da vida, para auxiliá-las a fazer as decisões certas em tempos de crise. E, acima de tudo, estão interessadas na promessa de vida eterna, da parte de Deus, e em conhecer os seus requisitos. A Bíblia lhes dá esta informação, mas precisam compreender o que leem. — Sal. 119:105, 160; João 17:3.

A Bíblia é para ser compreendida. Deus se prontifica a ajudar-nos a compreendê-la. Mas precisamos demonstrar a atitude correta, um espírito disposto. No Salmo 32:8, 9, Jeová diz: “Eu te farei ter perspicácia e te instruirei no caminho em que deves andar. Vou dar conselho com o meu olho fixo em ti. [Mas] não vos façais iguais ao cavalo e ao mulo sem entendimento, cuja fogosidade é preciso reprimir por meio de freio ou cabresto, antes de se chegarem a ti.” Deus não nos persuadirá com lisonjas a nos chegarmos a ele. Precisamos chegar-nos de bom grado e voluntariamente pelo estudo de sua Palavra, deleitando-nos em fazer isso e pondo em operação em nossa vida aquilo que aprendemos. — Pro. 2:10, 11.

É isto o que sente no seu coração? Então deve e pode juntar-se ao salmista em dizer: “Instrui-me, ó Jeová, no caminho dos teus regulamentos, para que eu o observe até o último. Faze-me entender, para que eu observe a tua lei e para que eu a guarde de todo o coração. . . . Faze meus olhos passar adiante de ver o que é fútil; preserva-me vivo no teu próprio caminho.” — Sal. 119:33-37.

CONHECIMENTO, SABEDORIA E COMPREENSÃO

A leitura da Bíblia nos dará conhecimento. O conhecimento, porém, não basta. “Sabedoria é a coisa principal. Adquire sabedoria; e com tudo o que adquirires, adquire compreensão. Estima-a muito, e ela te exaltará. Ela te glorificará, porque a abraças. Dará à tua cabeça uma grinalda de encanto; presentear-te-á com uma coroa de beleza.” (Pro. 4:7-9) Apenas o conhecimento não fará isto.

O conhecimento significa simplesmente familiaridade com fatos, obtida pela observação e pela experiência, ou pela leitura ou pelo estudo. O conhecimento é básico; sem ele somos ignorantes. Mas a sabedoria, conforme diz o livro de Provérbios, é “a coisa principal”. Por quê? Porque a sabedoria significa pôr a trabalhar o conhecimento dum modo que produza resultados bons, resultados desejáveis.

É a “coisa principal” porque sem ela nosso conhecimento — a própria vida — seria de pouco valor. Com a sabedoria atingimos os alvos que nos fixamos, os objetivos que desejamos alcançar. — Pro. 8:4-21, 32-36; Ecl. 7:11, 12.
Onde entra, então, a compreensão? E por que diz a Bíblia que com toda a nossa adquisição de sabedoria devemos adquirir compreensão?

A compreensão ou o entendimento significa ver os fatos na sua relação entre si. Subentende discernimento e perspicácia, ver as causas e os motivos duma questão. Com a compreensão vemos não apenas os pontos isolados da questão, mas o quadro inteiro. Podemos, de fato, “somar dois e dois” e chegar à conclusão certa. — Daniel. 9:22, 23.

Podemos ilustrar isto com o uso duma concordância bíblica ou chave bíblica. Quando verificamos certa palavra na concordância, digamos a palavra “fé”, encontramos muitos textos alistados sob este verbete. Quando os lemos, obtemos conhecimento. Quando podemos ver como se relacionam entre si, como se harmonizam e se iluminam mutuamente, como afetam a nossa relação com o nosso Criador, então obtemos compreensão ou entendimento. E quando então aplicamos estas verdades eficazmente na nossa própria vida e as usamos para ajudar outros, usamos de sabedoria. — Pro. 15:2, 7; Ecl. 12:9, 10.

A compreensão nos ajuda tanto a obter conhecimento como a usar de sabedoria. Provérbios 14:6 diz que “para o entendido o conhecimento é coisa fácil”. Por que se dá isso? Porque o entendido é capaz de relacionar novos fatos com o conhecimento anterior, de ver como se relacionam e onde se encaixam. Ligando-os assim ao conhecimento anterior, os novos fatos causam uma impressão duradoura na sua mente e são lembrados. E para realmente “sabermos” algo, precisamos lembrar-nos dele, não simplesmente ouvi-lo ou lê-lo e depois esquecê-lo. Além disso, o entendido vê as coisas em foco mais nítido. Vê como se relacionam com Deus e seus propósitos e que efeito têm sobre ele mesmo. Portanto, a compreensão fixa o conhecimento, torna-o mais firme.

A compreensão fortifica igualmente a sabedoria. É por isso que o provérbio diz: “Adquire sabedoria; e com tudo o que adquirires, adquire compreensão.” A pessoa talvez tenha o conhecimento e a sabedoria para dirigir um automóvel. Mas se compreender como foi montado o automóvel, como funcionam as diversas partes e qual é a função de cada uma, será melhor motorista, motorista mais sábio. Assim se dá também com a Bíblia. A pessoa pode ler na Bíblia que deve fazer certa coisa. Visto que está na Bíblia, ela aceita isso como instrução da parte de Deus e a faz. Este é o proceder de sabedoria. Mas se fortalecer esta sabedoria com maior compreensão, aprendendo por que Deus quer que se faça determinada coisa, para que fim serve, como se relaciona com os outros propósitos de Deus, então a sua convicção e determinação de continuar com a execução fiel dela são grandemente fortalecidas. Com a compreensão pode realmente amar a Deus e servi-lo de todo o coração, de toda a alma e de toda a mente. — Mat. 22:37.

O QUE A BÍBLIA REALMENTE ENSINA:

Jesus revelou o segredo da felicidade ao dizer: “Felizes os cônscios de [ou: os que reconhecem] sua necessidade espiritual.” (Mateus 5:3) A verdadeira felicidade só pode ser encontrada se dermos passos para satisfazer a maior de nossas necessidades: o desejo de saber a verdade sobre Deus e Seu propósito para nós. Essa verdade está na Bíblia. Conhecê-la pode nos ajudar a perceber o que é realmente importante e o que não é. Quando permitimos que a verdade da Bíblia oriente nossas decisões e atitudes, temos uma vida significativa. — Lucas 11:28.

Veja também Provérbios 3:5, 613-18 e 1 Timóteo 6:9, 10.

Gostaria de saber mais? Se estiver entre os ‘que reconhecem sua necessidade espiritual’, é claro que sua resposta é sim. Talvez você tenha outras perguntas como: ‘Se Deus se importa com as pessoas, por que tem permitido tanta maldade e tanto sofrimento durante tanto tempo? Como posso melhorar minha vida familiar?’ A Bíblia tem respostas satisfatórias a essas e a várias outras perguntas.

Mas muitas pessoas hoje não leem a Bíblia. Acham que ela é um livro grande e às vezes difícil de entender. Gostaria de uma ajuda para encontrar as respostas na Bíblia? As Testemunhas de Jeová oferecem duas ferramentas que poderão ser úteis para você.

A primeira é o livro O Que a Bíblia Realmente Ensina?, escrito para ajudar pessoas que têm pouco tempo para procurar na Bíblia as respostas claras a perguntas importantes. A segunda é um curso bíblico gratuito. Alguém que mora perto de você, habilitado para ensinar a Bíblia, poderá ir à sua casa ou a outro lugar conveniente e, sem cobrar nada, passar alguns minutos toda semana conversando com você sobre a Bíblia. Milhões de pessoas no mundo todo já se beneficiaram desse curso. Muitas delas ficaram emocionadas ao chegar à conclusão: “Encontrei a verdade!”

Não há nada mais precioso a ser encontrado. A verdade da Bíblia nos liberta da superstição, da confusão e do medo doentio. Ela nos dá esperança, objetivo na vida e alegria. Jesus disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” — João 8:32.

1. Homem aprendendo o que a Bíblia ensina; 2. Mulher aprendendo o que a Bíblia ensina

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3.”Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” João 17:3

3  “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual, porque a eles pertence o reino dos céus.” Mateus 5:3

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Ou para um estudo orientado e gratuito: CONTATO

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